“Bite Me” – o caminho para um regresso Pop Punk de Avril Lavigne

Depois de lançar Flames com o seu atual namorado, Mod Sun, e Grow com Willow Smith, Avril Lavigne volta com uma música que segue o mesmo estilo musical das suas últimas colaborações, o Pop Punk.

Foto promocional do novo single de Avril Lavigne, Bite Me. Fonte: Papelpop

Avril Lavigne está de volta, desta vez com um novo single com o baterista Travis Barker, Bite Me. A música saiu ontem, dia 10 de novembro, às 17 horas em Portugal, estando já disponível em todas as plataformas.

Avril já tinha revelado nos MTV Video Music Awards deste ano que iria lançar uma música nova em breve, e ao ser perguntada sobre o que poderíamos esperar a cantora respondeu que seria algo divertido, com vibes de Pop Rock e Pop Punk e tinha publicado um Tiktok e um Reels dia 9 de novembro a tocar e a cantar um pouco do refrão da música. Quem sabe não será uma das próximas tendências nas redes sociais.

Mas esta música não vem sozinha, podemos esperar por um álbum de Avril Lavigne no início de 2022! A cantora esteve presente no The Late Late Show, com James Corden, para apresentar o single e, em entrevista antes da sua performance, Avril afirmou que o álbum está feito. Bite Me inicia assim a nossa curiosidade em direção a um novo álbum que fez com os seus amigos durante a pandemia e que será o sétimo álbum da cantora, que vem após Head Above Water (2019), lançado após uma fase complicada da sua vida, em que lutou contra a doença de lyme.

Para lançar o álbum, Avril Lavigne assinou um acordo com a DTA Records, criada em 2019  pelo baterista Travis Barker, em parceria com a Elektra Music Group e distribuída pela Warner Music Group. O anúncio foi feito na quarta-feira, dia 3 de novembro, nas redes sociais, com fotos da cantora e do baterista a celebrar o contrato.

Bite me é dedicado a uma relação falhada em que a cantora fala do que a outra parte perdeu e de como se irá arrepender acompanhada de todo um instrumental bem articulado. A melodia da guitarra nos versos é muito agradável e certamente que transporta logo algumas pessoas para os seus anos de adolescente, porque devido ao estilo acaba por ser uma melodia diferente e ao mesmo tempo familiar.

Para os fãs da cantora a música faz-nos viajar anos atrás na sua carreira, encontramos uma Avril mais ligada ao tempo de Let Go (2002), de Under My Skin (2004), com um registo mais emo nos seus versos e uma mistura animada e energética que nos transporta para The Best Damn Thing (2007). Ressalvo ainda que isto não acontece só a nível de música, mas também ao nível do visual da cantora. Na atuação no programa de James Corner, Avril surge com um look mais punk, com madeixas vermelhas, que mesmo não sendo rosa, nos fazem voltar a 2007 e deliciam os fãs, após uma fase mais pop da cantora.

Além disso, conseguimos mesmo perceber que o single tem um toque de Travis Barker, que também participou em Grow de Willow Smith e trabalha com artistas que se encaixam no estilo pop punk e pop rock, como YUNGBLUD, Mod Sun e recentemente The Machine Gun Kelly. Avril consegue assim dar-nos uma música animada, divertida, que fica na cabeça e digna de “abanar o capacete”, mostrando ao mesmo tempo a sua fantástica capacidade vocal, com vocals invejáveis.

Avril Lavigne fez ainda uma publicação no Instagram hoje, dia 11 de novembro, a relembrar que Bite Me já está disponível e a perguntar se deveria lançar o vídeo do seu novo single amanhã. Parece que esta semana serão só surpresas boas da parte da cantora e pelas fotografias podemos esperar por algo cheio de cor e energia, tal como a música lançada.

A cantora estará também este ano de regresso aos palcos, iniciando turné no próximo ano, depois de ver as datas que tinha marcado em 2020 canceladas devido à pandemia. A turné irá decorrer no Reino Unido e em alguns países europeus nos meses de fevereiro e março de 2022.

Agora, basta aguardar pelo próximo álbum que contará com colaborações de artistas como John Feldmann, o vocalista da banda Goldfinger, um músico envolvido na produção e composição de hits de várias bandas e artistas, Mod Sun, Travis Barker e ainda The Machine Gun Kelly com contribuições vocais.

Este artigo de opinião é da pura responsabilidade do autor, não representando as posições do desacordo ou dos seus afiliados.

Escrito por: Rafaela Boita

Editado por: Renato Soares

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