11 de setembro de 2001: 17 anos

Na passada terça-feira, dia 11 de setembro, assinalaram-se 17 anos desde o atentado ao World Trade Center e ao Pentágono.  Nesse dia, o mundo parou! Imagens de um episódio que a Humanidade jamais irá esquecer.

O ataque ao coração da América causou 3 mil vítimas e foi levado a cabo pela Al-Qaeda, organização fundamentalista islâmica internacional. Além da perda de vidas humanas, as bolsas de valores por todo o mundo entraram em crise. Surge, assim, uma crise mundial e os desafios de uma nova realidade.

O ataque transformou os EUA num Estado Policial e serviu como uma linha divisória em vários aspetos do sistema político americano. O país, que se assumia como a primeira economia do mundo, com um esquema de segurança inquebrável e inabalável, tendo os programas mais caros para combater o terrorismo, perdeu-se em minutos. George W. Bush, na altura presidente dos EUA, declarou guerra ao terrorismo, invadindo o Afeganistão.

Osama bin Laden, líder e fundador da Al-Qaeda, foi o responsável pelos ataques do 11 de setembro.  Foi capturado e morto pelas forças especiais dos Estados Unidos e pela CIA em 2011. Isto aconteceu após vários anos de uma intensa procura pelo homem que ordenou os ataques terroristas.  Segundo o mesmo, a invasão do Líbano, em 1982,  teria sido o primeiro motivo para o ataque, resultado da aliança do país com Israel para destruir os povos da Palestina e do Líbano. Além disto, a luta contra a tirania e o capitalismo foram também apontados, pelo que os EUA eram um alvo a abater.

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Ainda hoje a guerra continua. Os investimentos no setor bélico são de valores bilionários, custos estes que estão a ser suportados pelos americanos, e estão longe de ter um fim.

Do ponto de vista social, os ataques trouxeram para primeiro plano os muçulmanos radicais, favoráveis à guerra santa – Jihad. Começaram a confundir-se muçulmanos com árabes, como se fossem todos terroristas, dispostos a atacar qualquer ponto em qualquer hora e lugar e a qualquer momento. Do preconceito passou-se para a intolerância. E, no quotidiano dos americanos, a vida seguiu, embora com medo de uma nova ameaça terrorista, obrigando ao reforço da segurança pública nos aeroportos e principais pontos turísticos.

Neste período, a atividade turística no país registou o seu momento mais baixo. Contudo, os efeitos sentiram-se um pouco por todo o mundo. As companhias aéreas e as agências de viagens perderam lucros. Havia insegurança em viajar para o estrangeiro.

Por fim, a grande cidade de Nova Iorque, que todos conhecemos dos filmes, continuou o seu progresso e reergueu-se das cinzas.  Hoje, tal como era há dezassete anos atrás, assume-se como a cidade que nunca dorme, onde o barulho está sempre alto e os sonhos são todos concretizáveis. E os EUA nunca deixaram de ser uma enorme potência mundial. Surpresa das surpresas, o capitalismo está mais forte que nunca! A Europa, é agora o centro das atenções destes homens bomba.

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Escrito por: Inês Machado

Editado por: Daniela Carvalho

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