“Claro que o 29 vem cheio… outra vez!”

Lisbon public buses are seen parked in Pontinha station

Foto: José Manuel Ribeiro/Reuters

Lisboa. Milhares de anos de história e ainda não se resolveu um dos seus maiores problemas: a mobilidade (neste caso, a falta dela).

Enquanto os turistas passeiam nas hilárias bicicletas puxadas pela força de pernas de desgraçados nacionais ou nos não menos interessantes tuc-tuc, nós, simples e ordinários mortais sem carta de condução ou carro, temos apenas uma opção: transportes públicos.

Se quiséssemos personificar todos os problemas da cobertura rodoviária do nosso adorado Instituto, podemos apontar as forquilhas à amável Carris, apesar de não ser a única culpa.

Todos os dias, o dilema repete-se: esmagar os passageiros que vêm dentro do autocarro ou esperar por um próximo que possa, eventualmente, passar pelo ISCSP (exceto se já passarem das 22h ou se for fim-de-semana)?

Infelizmente, são estas as opções… Se todos pagamos para usar, porque é não temos um serviço no mínimo decente? Não há uma resposta válida.

Até chegarmos a bom porto, vamos sendo interminavelmente apertados nos autocarros e gozados na cara por estas transportadoras, enquanto os locais emblemáticos e turísticos são otimamente servidos na capital da “ocidental praia Lusitana”.

Este artigo de opinião é da pura responsabilidade do autor, não representando as posições do desacordo ou dos seus afiliados. 

Escrito por: Pedro Silva

Editado por: André Blayer

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