Eduardo Cabrita é o novo ministro da Administração Interna

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Eduardo Cabrita é o novo ministro da Administração Interna, após a demissão de Constança Urbano de Sousa, na sequência da tragédia provocada pelos incêndios e das mortes ocorridas este fim-de-semana.

Eduardo Cabrita, deixa o cargo de ministro adjunto, para assumir a pasta da Administração Interna, substituindo, assim, Constança Urbano de Sousa. O que se espera do novo ministro é que proceda a uma reestruturação na Proteção Civil, área da Administração Pública, que é responsável pela floresta e por situações como os incêndios.  Como seu sucessor, foi escolhido Pedro Siza Vieira.

Ministro-Adjunto do Governo de António Costa,  tinha até agora a  tutela das autarquias e coordenava o processo de descentralização de competências, além de ser também da sua competência o acolhimento e integração dos refugiados em Portugal.

O novo ministro é licenciado em Direito e pertence também ao Partido Socialista, tal como Constança Urbano e Sousa. É tido como próximo de António Costa, sendo esse o principal motivo da escolha, e para quem já trabalhou como secretário de Estado quando o atual primeiro-ministro exerceu o cargo de ministro da Justiça, no último Governo liderado por António Guterres. Depois foi secretário de Estado Adjunto e da Administração Local no primeiro Governo liderado por José Sócrates.

É membro da Comissão Política Nacional do Partido Socialista e  foi deputado do PS na IX, XI e XII legislaturas, entre 2002 e 2005 e entre 2009 e 2015, tendo integrado a Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas e a Comissão de Defesa Nacional.

No XIII Governo, Eduardo Cabrita exerceu o cargo de Alto-comissário da Comissão de Apoio à Reestruturação do Equipamento e da Administração do Território.

Na última legislatura, entre 2011 e 2015,  presidiu à Comissão de Orçamento e Finanças e Administração Pública. Foi numa dessas reuniões, que protagonizou, juntamente com o então secretário de Estado das Finanças,  uma situação que invadiu as redes sociais e ficou conhecida por “luta pelo microfone.”

Em Setúbal, já  foi várias vezes eleito deputado nas listas do PS e foi também candidato a presidente da Federação Distrital do PS/Setúbal, em junho de 2012, mas não foi eleito, obstante, tenha sido presidente da Assembleia Municipal do Barreiro entre 2002 e 2006.

Na anterior legislatura pertenceu às comissões parlamentares de Negócios e Comunidades Portuguesas e à de Defesa Nacional, tendo ainda sido, entre 1988 e 1990, professor  na Faculdade de Direito da Universidade de Macau.

Escrito por: Inês Machado

Editado por: Adriana Pedro

 

 

 

 

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