Maior encontro português de escuteiros já começou!

Entre os dias 31 de Julho e 6 de Agosto irá decorrer, no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) do Corpo Nacional de Escutas (CNE), em Idanha-a-Nova, o maior encontro de escuteiros de sempre no nosso país, o XXIII ACACANAC. São cerca de 21 mil os participantes nesta actividade, que além dos escuteiros católicos (CNE), que promovem a actividade e são a maioria, conta, ainda, com a presença de escoteiros da Associação de Escoteiros de Portugal (AEP), das Guias de Portugal, e de escuteiros internacionais, oriundos dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), de países da Europa, como a Holanda, Irlanda e Reino Unido, assim como Estados Unidos da América e Hong Kong.

Subordinadas ao tema “Abraçar o Futuro”, decorrerão, durante esta semana, actividades para os jovens entre os 6 e os 22 anos que participam nesta actividade, que prometem trazer mais vida a esta região da Beira interior, actividades que se estenderão aos concelhos vizinhos de Penamacor e Castelo Branco. A visita a Aldeias Históricas de Penha Garcia, Monsanto e Idanha-a-Velha, é, também, uma componente importante durante este acampamento.

“Abraça o Futuro” é o lema do acampamento que pretende despertar as crianças, jovens e adultos do movimento “para a defesa da casa comum”, desafio lançado tendo em vista o lema principal do escutismo “Deixar o Mundo, Um Pouco Melhor do que o encontraram”.

Esta edição número 23 do ACANAC contará, ainda, com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa, que visitará o campo esta segunda-feira, de João Costa, Secretário de Estado da Educação e de João Armando Gonçalves, português lider do organismo que tutela o escutismo a nível mundial.

O CNE, em comunicado oficial, realça que vão ser “várias as atividades e jogos” ao longo de sete dias de ACANAC que vão permitir aos escuteiros “cimentar a sua formação” e vivenciar o grande objetivo do encontro, como “raides, atividades náuticas, desportos diversos, atividades socioeducativas, ações de serviço com a comunidade local, intercâmbio e cooperação internacional e educação para a Paz”, marcando, assim, este como um acontecimento essencial para a formação do jovem escuteiro na sua caminhada, que quando completa, tem a duração de 16 anos.

Escrito por: Filipe Lima

Editado por: Ricardo Marquês

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