Caparica Primavera Surf Fest: Trevo a aquecer e casa cheia com Halloween e Tara Perdida

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Trevo abriu a terceira noite do Caparica Primavera Surf Fest. Pelas 22h, surpreendem o público com a sua boa onda. Com constantes conversas entre os elementos da banda, a cumplicidade era notória. Depois de “Feira da Ladra” e de “Deus lá em cima”, foi a vez de “Casamento” pôr a plateia a cantar.

“Estão afinadinhos”, foi o que se pôde ouvir várias vezes ao longo do concerto. E tinham razão. A plateia que ali estava, estava para os ver. O público sabia as músicas de cor de deixou-se “invadir” pela boa onda de Trevo.

No concerto de Trevo houve ainda tempo para um momento musical com um elemento dos Tara Perdida, banda que subiu a palco também na noite de ontem. “Isto é tudo uma família”, realçou o vocalista dos Trevo.

No entanto, foi com “Quero-te mais que uma semana”, “Pinga amor” e “Face meu” que Trevo pôs a plateia a cantar. Os sorrisos do público diziam tudo. Trevo aqueceu o início da noite. E bem.

Entre as 23h e as 00h, aproximadamente, o palco pertenceu a Allen Pires Sanhá, conhecido no mundo da música como “(Allen) Halloween”. O rapper luso-guineense pôs o público que esperava ansiosamente por ele ao rubro, em mais uma prova de que o Hip-Hop é um género com cada vez mais protagonismo em Portugal.

(Literalmente) de Drunfos a Youth, a “Bruxa” percorreu a maioria dos seus êxitos, com a natural exceção do seu hit de quase onze minutos, Dia de um Dread, de 16 anos. Com um maior foco no seu último álbum (2015), “Híbrido“, Halloween não desapontou os fãs, nem foi desapontado por eles, fazendo referência ao facto de sentir o amor da sua fiel legião de fãs, onde quer que atue.

Demonstrando uma constante vontade de atuar, pedindo que se “levantasse o som” e afirmando que “não tem medo de palcos”, Allen Halloween proporcionou um bom espetáculo a todos os que deslocaram ao Caparica Primavera Surf Fest para o ver.

Depois de Halloween, que teve casa cheia, Tara Perdida não desiludiu. Com uma plateia composta, o público reagiu assim que a banda entrou em palco. “Como é que é? Vamos partir isto tudo” deu início à primeira música, “Realidade”.

Ao longo de músicas como “Mensagem”, “O que é que eu faço aqui” e “Fizeram-se amigos” a plateia mostrou-se sempre efusiva e acompanhou a banda. Com fãs com camisolas da banda na primeira fila, Tara Perdida chegou e arrasou.

Escrito por: Rita Rogado e Pedro Chula

Fotografias de: Ricardo Marquês

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