Conferência “Famosos nos Media”

Ocorreu ontem, no dia 04 de Abril, a conferência “Famosos nos Media”, do Núcleo de Ciências da Comunicação. Teve lugar no auditório 7 do piso -1, no segundo dia do VII Fórum das Ciências Sociais.

A conferência contou com a presença de Tatiana Figueiredo, apresentadora do programa “Câmara Exclusiva” da TVI e com a jornalista Raquel Costa do grupo Impala. Flávio Furtado, comentador e repórter da TVI, também convidado, viu-se impedido de participar na sessão que se realizou devido a imprevistos profissionais.

Adriana Pedro, aluna do segundo ano do Curso de Ciências da Comunicação, atuou enquanto moderadora da discussão, que tinha como temática a exposição mediática das figuras públicas.

Na conferência destacou-se principalmente o preconceito e a falta de credibilidade da qual muitos jornalistas que tratam temas cor de rosa são alvo, tanto por parte do público, como por colegas de profissão. Neste sentido, Raquel Costa afirma que “o jornalismo é o mesmo, mudam as pessoas”, demonstrando que o jornalismo cor de rosa, deve ser encarado com seriedade, já que a metodologia empregue neste é comum a outros géneros e por isso não deve ser desconsiderado.

Salientou-se o facto de que em Portugal, o jornalismo dito cor de rosa é desvalorizado e desacreditado pelo meio jornalístico, havendo várias ideias preconcebidas relativamente aos jornalistas que concretizam este trabalho. Raquel Costa considera ainda que “a abordagem tem de partir dos valores que se têm”, pelo que é o dever do profissional da área pôr fim aos preconceitos e ao gozo associado a este trabalho, pelo modo como encara os assuntos, com a devida seriedade e credibilidade.

Tatiana Figueiredo, tendo em conta o meio em que trabalha refere que “a TV vive de imagem”, acrescentando ainda que os famosos têm um peso importante dentro da estação televisiva e também na sociedade portuguesa.

Enquanto a conferência chegava a termo, as oradoras demonstraram que o conteúdo cor de rosa não se caracteriza pela superficialidade que muitos destacam, mas sim pela leveza que lhe é associada. Evidenciaram ainda o facto de que o jornalismo cor de rosa tem um papel relevante a nível nacional, embora haja ainda um grande preconceito atribuído à área que apenas pode ser combatido pelos valores do profissional e pela abordagem que este faz, devendo mostrar-se credível e rigoroso no seu trabalho.

Escrito por: Andreia Neves

Editado por: Adriana Pedro

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